Descobrindo o México em apenas um dia

Arrastando um carrinho com uma potente caixa de som, o vendedor de CD’s toca entre uma estação de metrô e outra os principais hits da semana. As agitadas batidas da Cúmbia não combinam com os rostos cansados dos trabalhadores que se deslocam no metrô da capital mexicana.

O ônibus até Teotihuacan custa apenas 3 dólares.

O ônibus até Teotihuacan custa apenas 3 dólares.

O tempo era curto. Todo aquele dia havia sido planejado com o auxilio de mapas e de muita pesquisa na internet. Sete anos antes eu havia visitado a cidade do México, mas sob condições bem diferentes.

Aproveitando uma passagem promocional, planejamos o que seria 15 horas na Cidade do México, mas não 15 horas quaisquer.

Usando somente transporte coletivo, saímos do aeroporto, cruzamos a cidade de metrô e viajamos 50 quilômetros até um dos destinos turísticos mais visitados no México: As pirâmides de Teotihuacan.

Teotihuacan é um desses lugares para se conhecer.

Teotihuacan é um desses lugares para se conhecer.(Tati Melo)

A subida para a pirámide do sol em Teotihuacán. (Tati Melo)

A subida para a pirámide do sol em Teotihuacán. (Tati Melo)

Teotihuacan é um desses lugares para se conhecer. Um lugar que é possível entender como os Astecas eram um povo sofisticado, para compreender o quanto pouco sabemos da história da nossa América.

Caminhe, suba nas pirâmides. Carregue suas energias no topo da pirâmide do sol. Compre um souvenir de um vendedor local. Os preços são incrivelmente baratos.

Era hora de retornar para a capital, para quem sabe conhecer um pouco mais da cidade. No confortável e barato ônibus, tiramos um cochilo, uma hora depois estávamos na capital, prontos para a próxima aventura.

Artesão caminhando pelas ruínas de Teotihuacan (Agui Melo)

Artesão caminhando pelas ruínas de Teotihuacan (Agui Melo)

A pirâmide do sol, a maior construção da zona arqueológica de Teotihuacan. (Tati Melo)

A pirâmide do sol, a maior construção da zona arqueológica de Teotihuacan. (Tati Melo)

O centro da cidade do México lembra muito o centro de Madrid ou algumas ruas de Buenos Aires. São nessas ruas que podemos ver como foi a influência dos espanhóis na arquitetura e na cultura local.

Ao contrário da minha primeira vez por lá. Dessa vez queria provar a comida corrida de rua e seus temperos. Foi divertido comer ao lado de outros mexicanos, a comida genuinamente mexicana.

Mais um passeio, mais uma caminhada pelo centro velho da cidade, a noite chegava, e com ela, estava na hora de partir. No metrô, a cúmbia voltou a tocar, algumas crianças nos venderam alguns doces que elas chamavam de caramelos.

15 horas é quase nada. Muito menos para conhecer a capital de um país como o México. Mas foi uma oportunidade e tanta, que aproveitamos cada segundo.

¡Viva México!



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