O falso mito sobre a Cidade do México

Ocomeço da aventura…

Setembro de 2008, Cidade do México. Com câmera, um visto especial de jornalista, parti para uma missão de 10 dias no país.

Pouco eu sabia sobre aquele país na América do Norte, que até então somente lia notícias sobre suas dificuldades econômicas, seus problemas com a violência e o tráfico de drogas.

México

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Apesar disso, não senti em nenhum momento medo ao caminhar pelas ruas da capital do país. Me hospedei no bairro de Polanco, um lindo bairro da cidade. O trabalho foi duro e me restou somente os dois últimos dias para entender esse lugar.

A primeira lição que eu tive sobre a Cidade do México foi a ligação desse povo com os Astecas. Isso pode ser visto em todo lugar, dos nomes das estações de metrô aos nomes dos bairros da cidade.

Cuauhtémoc, Chapultepec, Tlatelolco, Azcapotzalco são todos nomes Astecas. A história do país é manchada pelo extermínio deste povo pelos colonizadores espanhóis. Ao contrário dos índios brasileiros, os Astecas eram um povo evoluído, com costumes e tecnologia. Eles chegaram a se aliar ao espanhóis, mas foram dizimados em um ato de traição dos colonizadores.

Deste povo ficou a herança, ruinas de templos e lugares como Teotihuacan, uma gigantesca pirâmide construída entre os séculos 1 e 4 antes de Cristo.

Fui embora do México com dezenas de pré-conceitos quebrados. Com uma impressão completamente diferente daquela formada pelas notícias dos jornais. Com vontade de voltar, visitar e conhecer um pouco mais daquele país.



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